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O México mantém seus estoques nos Estados Unidos, e o Peru já chegou a 500 contêineres de abacate na Europa.

O relatório Avobook W 25 também mostra que na China houve um grande aumento no preço de alguns calibres, em comparação com a mesma data do ano passado.

Como esperado, dada a suspensão dos embarques de Michoacán para os Estados Unidos, o Relatório Avobook W 25 não mostra nenhum embarque para o mercado vizinho. Uma análise do volume proveniente dessa origem revela uma queda de 33 milhões de libras para 27 milhões, deixando-a com uma participação de mercado de 50%.

No entanto, como relatado pela Avonews no meio da semana, os estoques de abacate mexicano ainda permanecem em 22,3 milhões de toneladas. Isso os coloca em pé de igualdade com os abacates da Califórnia, que nesta semana conquistaram quase um terço do mercado norte-americano. O Peru vem a seguir, tendo registrado um salto significativo para uma participação de mercado de 14%, e a Colômbia detém 5%. A situação peruana é particularmente promissora, com números mostrando um aumento de 6,1 milhões de libras para 7,5 milhões de libras, e as projeções indicam crescimento contínuo.

Em termos de preços, o Relatório Avobook acertou ao prever que os preços teriam o maior aumento do ano esta semana, assim como aconteceu em 2023. Aliás, o aumento foi ainda maior do que o esperado. Um exemplo é o preço dos charutos calibre .48, que saltou de US$ 57 para US$ 70 por uma caixa de 25 libras.

A Europa observa a saída do Brasil, e a produção de abacates peruanos ultrapassa 500 contêineres.

Na Europa, o Brasil já está concluindo sua colheita, portanto, espera-se que reduza gradualmente seus embarques, chegando a um ou dois contêineres por semana até o final de julho.

O Peru registrou crescimento em comparação com a semana passada, ultrapassando 500 contêineres e atingindo uma participação de mercado de 64%. Na Espanha e na área portuária holandesa, observa-se uma situação peculiar: há diferenças de preços, com aumentos em um país e estabilidade no outro. Especificamente, o Relatório Avobook mostra que, na Península Ibérica, houve aumento nos preços dos contêineres de médio e grande porte. Por exemplo, o tamanho 24 subiu de € 2 para € 2,6 por quilo para uma caixa de 4 quilos.

Entretanto, em Amsterdã, a avaliação permanece muito semelhante à das semanas anteriores, mas há um bom nível de vendas no varejo, com bons preços mesmo para tamanhos pequenos.

A China mostra (finalmente) recuperação nos preços.

A China finalmente mostra sinais de recuperação nos preços, em um mercado onde o Peru é quase novamente o único participante, já que as exportações do Quênia desapareceram do mapa.

O preço de referência revela uma estatística impressionante: uma caixa de 4 quilos de chumbo calibre 18-24 (médio e grande) atingiu seu ponto mais baixo no ano passado, sendo negociada a US$ 4,68. Durante a mesma semana deste ano, a mesma caixa chegou a US$ 11, representando um aumento de 135%.

Na comparação semanal, os tamanhos 24 e 22 apresentaram os maiores aumentos (10%), enquanto os tamanhos menores tiveram aumentos leves.

Consulte o relatório completo do Avobook W 25 no seguinte link.

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