A Baika Chile reforça seu compromisso com a sustentabilidade por meio da certificação LEAF.
No final de 2024, a Baika Chile alcançou um marco estratégico ao obter a certificação LEAF Mark, um padrão reconhecido internacionalmente que valida o desenvolvimento de uma agricultura mais sustentável. Essa certificação, agora presente nos campos de Alicura, Valle Leyda, Ucuquer, Pintacura e San Ignacio, reafirma o compromisso da empresa em avançar rumo a um modelo agrícola responsável e eficiente, profundamente conectado às comunidades locais.
“Isso representa um marco significativo e estratégico para a empresa, pois certifica que a operação agrícola da Baika atingiu um nível de excelência em sustentabilidade reconhecido globalmente”, afirma Loreto Bravo, Coordenadora de Certificações e Meio Ambiente da Baika Chile.
A obtenção deste selo implica que os processos de produção da Baika se baseiam em práticas agrícolas responsáveis, o que não só proporciona suporte técnico para a gestão das suas lavouras, como também abre oportunidades concretas de acesso a mercados mais exigentes, promovendo simultaneamente vantagens competitivas e uma abordagem de melhoria contínua na gestão.
Implementação diária nos campos de Baika
Um dos aspectos distintivos da Marca LEAF é a sua abordagem abrangente. Ao contrário das certificações focadas em um único produto, este selo é aplicado ao nível da fazenda: ou seja, certifica todo o pomar, desde que este já possua a certificação GLOBALG.AP como pré-requisito. “Na Alicura, por exemplo, somos certificados não só para abacates, mas também para tangerinas, limões e amêndoas”, explica Bravo. Assim, todas as espécies cultivadas nas fazendas que atendem aos padrões são abrangidas pela certificação.
Os compromissos ambientais e sociais exigidos pelo Selo LEAF não são meramente teóricos. Em Baika, eles se traduzem em ações concretas no dia a dia, incluindo o uso responsável da terra, a gestão eficiente da água, a conservação e o aprimoramento da biodiversidade, a gestão adequada de resíduos, o controle da poluição e a gestão de energia e emissões. Todas essas práticas são implementadas por meio de estratégias adaptadas às necessidades específicas de cada local.
Manter esse padrão não seria possível sem o trabalho constante das equipes de campo. “Elas desempenham um papel fundamental como pilares operacionais do padrão, uma vez que este depende diretamente da implementação diária em campo e do comprometimento, treinamento e disciplina de todos os colaboradores”, enfatiza Bravo.
Manter uma certificação dessa natureza não é tarefa fácil. Com base na experiência da Baika, os desafios têm sido constantes, tanto operacionalmente quanto em termos de gestão. A implementação de práticas sustentáveis, reconhecem, implicou uma profunda mudança cultural dentro da organização. Para lidar com esse processo, desenvolveram estratégias robustas que lhes permitem não apenas manter a conformidade com o padrão, mas também avançar rumo à melhoria contínua.
Olhando para o futuro, Baika projeta impactos significativos tanto na produção quanto na sociedade. A médio prazo, a aplicação contínua de práticas responsáveis permitirá que seus campos otimizem recursos e se preparem melhor para os efeitos das mudanças climáticas. A longo prazo, espera-se um aumento na produtividade agrícola, resultante da conservação do solo e da regeneração do ecossistema.
Além disso, o relacionamento com as comunidades locais é uma dimensão central dessa visão. “O objetivo é fortalecer a confiança e criar uma aliança estratégica entre a empresa e as comunidades”, afirma Bravo. Essa abordagem social também se concretiza por meio de ações práticas, como dias de campo organizados com escolas locais, que buscam apresentar a agricultura sustentável às novas gerações.
Para a Baika Chile, o selo LEAF Mark representa mais do que uma simples validação técnica: é um guia para a transição rumo a um modelo agrícola inclusivo e consciente, preparado para os desafios do futuro. Um modelo onde a sustentabilidade é construída desde a base, com disciplina, conhecimento, trabalho colaborativo e respeito ao meio ambiente.