Europa: Quênia ganha maior visibilidade
Um dos fatores que está fazendo a diferença esta semana na Europa é a chegada de abacates do Quênia, que, juntamente com a Tanzânia, agora representam 19% do mercado. O Peru continua na liderança, com 68%, embora a queda no volume não seja tão significativa quanto o previsto.
A África do Sul representa 5%, seguida pela Colômbia com 4% e o Chile, que teve um início lento, mas constante, embora ainda detenha apenas 2% do mercado. De fato, a colheita chilena está começando a crescer com o passar das semanas, neste início precoce da temporada, já que na semana 35 foram enviados 102 carregamentos para este continente, que chegarão ao porto na semana 39.
A expectativa para as próximas semanas é de que o Peru continue a observar uma diminuição gradual, embora lenta, nos embarques. Atualmente, estão chegando 471 contêineres, e espera-se que esse número caia para menos de 400 nas próximas semanas. Prevê-se que os embarques comecem a cair para menos de 300 contêineres somente na semana 39.
Os volumes mais baixos no Peru e na África do Sul estão criando oportunidades para a Colômbia e o Chile. No entanto, no caso da Colômbia, não se sabe ao certo se haverá volume e tamanhos suficientes, visto que os tamanhos menores predominam.
Os preços estão praticamente idênticos aos da semana passada, principalmente no mercado holandês, onde, segundo relatos, os importadores estão garantindo o abastecimento de frutas para as próximas semanas. Na Espanha, há algumas diferenças dependendo do tamanho. Assim como nos Estados Unidos, os abacates grandes mantiveram preços estáveis, enquanto os de tamanho médio tiveram um leve aumento. Já os preços dos abacates pequenos subiram. Por exemplo, os abacates peruanos de tamanho 30 registraram um aumento de 32%.
Lembre-se que os detalhes de cada indicador e a evolução semanal dos movimentos do mercado mundial de abacate em todos os mercados e origens podem ser encontrados no Relatório Premium Avobook da Semana 36.
