Os Estados Unidos interromperam a queda dos preços.
O mercado americano encerrou a semana recebendo 1.327 caminhões e contêineres de abacate, número muito semelhante ao da semana anterior, apesar de uma ligeira queda de 2%. Mesmo assim, o volume da fruta permanece 10% maior do que no mesmo período da temporada passada, em uma campanha dominada pela safra mexicana.
Suas exportações cobrem 81% do mercado americano, consolidando sua dominância por meio de um crescimento sustentado, confirmado semana após semana. Enquanto isso, a Califórnia e o Peru estão enfrentando um declínio acentuado: o fornecedor local teve uma queda significativa de 39%, retendo apenas um décimo do mercado, enquanto o Peru registrou uma queda de 17%. Os números da Califórnia evidenciam o início de um declínio que resultará em uma disponibilidade muito baixa de frutas a partir de outubro.
Nesse contexto de contração econômica, as frutas da América Latina estão experimentando uma recuperação lenta, porém constante, com o Chile respondendo agora por 2,5% do mercado, com embarques de 1,3 milhão de libras. Embora as porcentagens possam, por vezes, ser enganosas, vale ressaltar que os embarques do Chile aumentaram 81% em comparação com a semana anterior.
Quanto aos preços, a tendência de queda que afetou os tamanhos médios parece ter parado, já que eles permanecem estáveis para todos os tamanhos de fruta.
Lembre-se que os detalhes de cada indicador e a evolução semanal dos movimentos do mercado mundial de abacate em todos os mercados e origens podem ser encontrados no Relatório Premium Avobook da Semana 37.