Os abacates Hass colombianos consolidam sua liderança nas exportações com um crescimento de 46,6% em 2025.
Com mais de 147 mil toneladas exportadas entre janeiro e setembro, a fruta ocupa o terceiro lugar entre as mais vendidas no exterior, impulsionada por práticas sustentáveis e produção constante ao longo do ano.
O abacate Hass continua a ganhar terreno como um dos principais embaixadores agrícolas da Colômbia. Segundo dados da plataforma SICEX, as exportações atingiram 14.611 toneladas em setembro, um aumento de 32,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, o volume total chegou a 147.013 toneladas, representando um aumento de 46,6% em comparação com 2014. Europa, Estados Unidos e Canadá permanecem os principais destinos do abacate colombiano, que agora é a terceira fruta mais exportada do país.
Segundo Katheryn Mejía, CEO da Corpohass, por trás de cada tonelada exportada está “o esforço de centenas de produtores que fazem da Colômbia uma terra de qualidade”. Ela enfatizou que o mundo valoriza tanto o sabor dos abacates colombianos quanto sua capacidade de produção contínua, sustentada pela responsabilidade social, ambiental e técnica. Entre os fatores que explicam seu sucesso estão a qualidade do solo, sua drenagem natural, sua riqueza mineral e a localização estratégica do país, que permite o rápido envio para os principais mercados.
O modelo de crescimento do setor se baseia na sustentabilidade como pilar central. Por meio de Cadeias de Produção Sustentáveis, promove-se a colaboração entre produtores, empacotadores e exportadores para melhorar a produtividade e o bem-estar rural. Essa abordagem busca equilibrar as dimensões econômica, social e ambiental, construindo um setor mais resiliente e competitivo. Nesse contexto, a Corpohass e a Agrilink realizarão a sétima edição do Territorio Aguacate, principal evento para a indústria de abacate Hass da América Latina, nos dias 5 e 6 de novembro, em Medellín. Especialistas, líderes empresariais e produtores se reunirão para discutir inovação e os novos desafios do mercado global.
Fonte: portalfruticola.com