Os EUA registam uma quebra de 22% no volume semanal e um crescimento de 34% face ao ano anterior.
Na última semana do ano, o mercado dos EUA terminou a semana 52 com aproximadamente 1.200 envios. Este volume representou uma quebra de 22% em relação à semana anterior, embora tenha sido 34% superior ao registado na mesma semana de 2024. A estrutura do mercado manteve-se praticamente inalterada, com o México a representar cerca de 98% dos envios, enquanto a Califórnia e o Chile contribuíram com cerca de 1% cada. Os volumes da Colômbia e de outras origens tiveram uma participação marginal.
A queda semanal foi explicada sobretudo pelo México, uma vez que, a este nível, as outras origens não afetam significativamente o total.
Este comportamento é consistente com um padrão típico de fim de ano, associado à redução da actividade de colheita durante o período de férias, fenómeno também observado em épocas anteriores. Ainda assim, o volume total manteve-se acima do nível atingido na mesma semana do ano passado.
Neste contexto, Antonio Villaseñor observou que a colheita durante as semanas de férias foi superior ao esperado, considerando que geralmente há menos disponibilidade para a colheita e que muitos produtores adiam a atividade para janeiro. Por sua vez, Sergio Paz indicou que, no final da 52ª semana, as exportações do México estavam 15% acima da época anterior, um recorde para o primeiro semestre da campanha.
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