Do sonho à realidade: nasce a Packing House Hass Brazil.
O mercado global de abacate continua em expansão, e a Hass Brasil dá um passo decisivo com a inauguração de sua primeira unidade de embalagem, prevista para fevereiro de 2026. O projeto marca um novo capítulo na história da empresa e reforça o papel do Brasil como fornecedor estratégico da fruta para o mundo.
Sete anos de experiência para inovar em um novo capítulo.
“Foram sete anos de trabalho intenso na produção de abacates da Hass Brasil, com 85 hectares irrigados e certificados pela GLOBAL GAP e GRASP, garantindo boas práticas agrícolas, além de rastreabilidade, segurança alimentar e tecnologias sustentáveis, em Bauru (SP)”, afirma Dora Sampaio, proprietária e diretora comercial da Hass Brasil, com emoção e satisfação. Juntamente com sua irmã e sócia, Clara Sampaio, diretora de marketing, ela comemora o início de um novo e importante capítulo na curta história da empresa: a inauguração do tão aguardado Centro de Embalagem da Hass Brasil em fevereiro de 2026.
“Decidimos investir em uma unidade de embalagem para garantir a qualidade em toda a cadeia operacional, do campo aos nossos clientes especiais e exigentes, tanto no mercado nacional quanto internacional”, explicam as irmãs. Com um investimento significativo, a unidade de embalagem de 2.400 m², estrategicamente localizada na área urbana de Bauru, dentro de um parque empresarial, contará com uma estrutura compatível com os padrões de qualidade e integridade da Hass Brasil. Ela combinará diversos recursos tecnológicos e, principalmente, capital humano com fortes princípios e valores éticos, para ser o elo confiável e sustentável entre os produtores brasileiros de abacate e seus parceiros comerciais em todo o mundo.
Nesse sentido, a Central de Embalagem, além de processar a produção própria da Hass Brasil, receberá frutos de diversos pequenos e médios produtores por meio de alianças estratégicas, oferecendo também assessoria técnica especializada em manejo de campo. Atualmente, diversos projetos de pesquisa de campo, coordenados pelo consultor Aloísio Sampaio, engenheiro agrônomo e professor associado da UNESP, estão em andamento em colaboração com a BioAtlantis, BioSolução, Aggroon, BR Algas e Netafim, com foco na melhoria da frutificação em condições climáticas adversas durante a floração. Outro estudo importante, em colaboração com a Allesbeste, está avaliando a fenologia e a produtividade da variedade Maluma nas condições climáticas do Bauru. Com essas iniciativas, a Hass Brasil inova em um processo que beneficia a todos: produtores, processadores, comerciantes e compradores.

Localização estratégica e estrutura altamente moderna.
Dois fatores nortearam a escolha da localização para a Unidade de Embalagem da Hass Brasil: a proximidade com a mão de obra e o Porto Seco de Bauru, como explicam Dora e Clara. “Optamos por instalar a unidade de embalagem no Distrito Industrial I de Bauru, onde a disponibilidade de mão de obra e o acesso são mais fáceis. Isso nos permite operar durante a safra de fevereiro a julho, com múltiplos turnos e até mesmo nos fins de semana. A alfândega, ou 'Porto Seco', opera de forma eficiente, com integração entre profissionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da concessionária e da Receita Federal, resultando em melhorias significativas na logística e no transporte, tornando-se uma referência para a exportação de frutas produzidas em São Paulo, Paraná e Minas Gerais.”
Em termos de infraestrutura, o Centro de Embalagem Hass Brasil contará com uma balança rodoviária, além de dez docas de carregamento para frutas. Os equipamentos de triagem importados, com capacidade média de sete toneladas por hora, incluirão um scanner equipado com software de última geração e recursos de inteligência artificial, permitindo calibração e classificação eficientes e dinâmicas por categoria. Outro recurso fundamental é a cadeia de frio, que incluirá um túnel de resfriamento no estilo californiano e câmaras frigoríficas espaçosas com controles automatizados e monitoramento remoto.
Mais do que um negócio, uma missão.
A comercialização continuará a ser feita pela Hass Brasil Exportadora, que atua com sucesso no mercado há vários anos. A decisão de inaugurar a Unidade de Embalagem em 2026 decorre da busca por eficiência e qualidade no manuseio pós-colheita, aliada ao crescimento acelerado da produção de abacate Hass no Brasil, que deverá dobrar ou até triplicar nos próximos dois a três anos. Consciente desse aumento da oferta e preocupada com a capacidade de absorção de sua própria produção, a empresa decidiu assumir esse novo desafio, que sem dúvida representará uma alternativa estratégica para os produtores.
É importante destacar que, dados os seus princípios e o seu status de produtora de abacate de médio porte, a Hass Brasil sempre priorizará seus parceiros rurais, que terão prioridade no processamento de suas frutas durante toda a safra, de fevereiro a julho. A ideia é, inclusive, tratar a sua própria produção como mais uma parte dessa rede de parceiros.
Na outra ponta do negócio estão os parceiros e importadores da Europa — Holanda, Espanha, Inglaterra e Alemanha — e da América do Sul, como Argentina, Uruguai e, mais recentemente, Chile, além do Japão, que abriu seu mercado para abacates brasileiros em 2025.
“Essa relação de confiança, transparência e respeito entre as partes envolvidas é fundamental para a credibilidade e para o fortalecimento de laços que transcendem uma simples transação comercial. Com isso em mente, a Hass Brasil busca levar abacates brasileiros de alta qualidade para o mundo — com um toque especial e sem fronteiras. Continue nos procurando!”, concluem Dora e Clara.