Arequipa enfrenta atrasos na produção de abacate Hass, mas sem afetar as expectativas de volume.
Juan Carlos Paredes, presidente da Associação de Produtores de Abacate Hass do Peru (ProHass), destacou recentemente que as áreas produtoras de abacate em Barranca, Lima, Ica e Arequipa estão apresentando um desenvolvimento mais lento nesta temporada, em contraste com a atividade observada em Chiclayo, Trujillo e Áncash.
A colheita total prevista é semelhante à do ano passado, que foi de cerca de 570.000 toneladas. Esta previsão baseia-se nas condições meteorológicas atuais, que afetaram as fases de floração e frutificação devido ao clima quente.
Para enfrentar esses desafios, Paredes sugere uma estratégia que limite o crescimento excessivo das plantas para promover a recuperação da produção até 2025. A tática envolve reduzir a nutrição e controlar o vigor das plantas para evitar que se tornem muito grandes e difíceis de manejar.
Além disso, nesta temporada haverá esforços para introduzir o abacate peruano em mercados emergentes como a Malásia, mantendo sua presença em mercados consolidados como os Estados Unidos e a Europa. No entanto, Paredes alerta que as exportações para novos destinos podem ser inicialmente modestas, enquanto a resposta do mercado é avaliada. Com essas medidas, o setor de abacate peruano visa manter sua relevância global e permanecer um dos favoritos entre os consumidores internacionais.
Fonte: diarioviral.pe