A janela de oportunidade para a Colômbia no mercado europeu está se fechando, e a disputa tarifária com os Estados Unidos continua.
Comecemos pelo mercado. Mesmo hoje, persiste a incerteza sobre o que acontecerá nos Estados Unidos. Hoje, foi noticiado que as tarifas serão congeladas por 90 dias, e permanece incerto se a tarifa de 10% anunciada na semana passada ainda será aplicada.
Nas últimas semanas, surgiu uma tendência na distribuição de tamanhos: os tamanhos menores (bebês) estão sendo destinados principalmente à Europa, enquanto os tamanhos 60 e 70 estão sendo direcionados ao mercado americano. As chegadas à Europa continuam a diminuir, representando 42% do total, enquanto os 58% restantes são enviados para a América do Norte, um mercado que continua a crescer.
Espera-se que as remessas para a Europa diminuam semana após semana, e as chuvas — que se tornaram constantes — devem permitir a colheita, o transporte das frutas dos campos e a manutenção da qualidade do produto. Cabe ressaltar que a lenticela, um defeito comum nos abacates colombianos, continua sendo um problema. No entanto, tanto exportadores quanto importadores estão aprendendo com essa experiência, entendendo que esse defeito, na maioria dos casos, não afeta a polpa ou o sabor dos nossos amados #AbacatesDaColômbia.
No campo, o preço médio da fruta gira em torno de 3.800 COP por quilo, com a seguinte distribuição: 10% de frutas grandes a 7.200 COP, 40% de frutas médias a 4.500 COP e 50% de frutas pequenas (miniaturas) a 2.100 COP.
Entretanto, o teor de matéria seca tem evoluído de acordo com as áreas de produção, e atualmente situa-se em média entre 22% e 25%.
Teremos que acompanhar o desenrolar da questão tarifária nos Estados Unidos e o desempenho das exportações peruanas nos mercados internacionais. Recomendamos que você consulte as proteções atualizadas sobre o Avobook, com base em informações da ProHass Peru.
Jorge Molina Duque, Gerente de Operações, Quality Studio CO, jorge.molina@qualitystudio.cl , Colômbia