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Comentários sobre o mercado de abacate no Quênia, Tanzânia, Ruanda e Uganda.

O Quênia mantém o período de defeso da temporada de abacate para exportação marítima, enquanto a Tanzânia inicia sua temporada, e Ruanda e Uganda estão focando no transporte marítimo.

Em um comunicado recente, a Diretoria de Culturas Hortícolas da Autoridade Agrícola e Alimentar do Quênia atualizou as informações sobre a temporada de exportação de abacate para o Quênia em 2024. A Diretoria regula o setor hortícola, aplicando normas e diretrizes para garantir a produção e comercialização de produtos de qualidade.

A carta dizia o seguinte:

“Após o encerramento da temporada de colheita e exportação marítima das variedades Hass, Pinkerton, Fuerte e Jumbo para o ano fiscal de 2023/2024, em 3 de novembro de 2023, a Diretoria tem monitorado de perto as tendências, os padrões e a maturação dos produtos durante a colheita. Para tanto, a Diretoria realizou recentemente um levantamento para determinar os índices de maturação dos abacates nas principais áreas produtoras. Os resultados do levantamento indicam que os volumes de safras maduras fora de época ainda são insuficientes para justificar a abertura das exportações marítimas.”

Portanto, fica aqui notificado o seguinte:

1. O encerramento da temporada de colheita para embarque marítimo no ano fiscal de 2023/2024, que entrou em vigor em 3 de novembro de 2023, permanece em vigor até novo aviso.

2. A exportação das variedades Hass, Fuerte, Pinkerton e Jumbo continuará por meio de remessas aéreas.

3. O aviso aplica-se a todos os exportadores, importadores e processadores.”

Por outro lado, a Tanzânia iniciou a temporada de abacate de 2024 em regiões selecionadas, como Njombe, Rungwe e Songwe.

A perspectiva para a produção de abacate na região da África Oriental é de crescimento exponencial, com diversos investimentos observados no estabelecimento de novos pomares, instalações de embalagem e fábricas de valor agregado para o processamento do óleo de abacate.

A garantia da qualidade e a conformidade em toda a cadeia de valor do abacate continuam sendo uma prioridade fundamental para diversas partes interessadas, incluindo governos, produtores, exportadores e parceiros de desenvolvimento.

Uganda e Ruanda não ficaram para trás no desenvolvimento do abacate na África Oriental, concentrando-se no aumento dos volumes de exportação por via marítima.

Manteremos nossos seguidores informados sobre os desenvolvimentos relacionados ao abacate na região da África Oriental.

Paulo Kyalo

paulk@konzatropicals.com

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